O homem já pegou,
O homem já matou.
O homem tomou
O que tinha pra tomar e vazou.
O homem faz guerra,
O homem se enterra,
O homem agora berra,
Saiam todos, minha terra.
O homem é indeciso,
O homem faz improviso,
O homem não ouve aviso.
Ele também destrói sorriso.
Ele sabe muito bem
Que de cinco, três são reféns
E que na vida de agora
De um a dois, o homem chora.
Consumido pelo mar do desespero e agonia, agora, no fundo do mar era apenas mais uma embarcação vazia.
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
Redenção
Eu sou aquele sorriso sincero
No meio da multidão,
Também sou o beijo que ajuda
A formular uma paixão.
Como a felicidade,
Um momento passageiro,
Saudosa e gloriosa,
Como a vida de um guerreiro.
Não tente me encontrar,
Pois no acaso apareço,
Ouse me castrar
E em ti me estabeleço.
Pra morrer inteiro
Nós iremos sim sangrar
E ao final desse roteiro
Apenas um irá consagrar.
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
Pilares (Música)
Am6 Am5+
De arquitetos de um mundo infernal,
Bm7m Dm
Aos que perecem em estado terminal.
Dm7/C Bb5-
Nascem e se rebelam com imensa fúria
Bbº A7
Daqueles que desfrutam da maior luxúria.
Am6 Am5+
Devastadores de almas e lugares,
Bm7m Dm
Habitam em cavernas e bares
Dm7/C Bb5-
Sugam de você toda alegria
A7 F6
E te deixam em uma eterna agonia.
(Incapacitado e completo desolado onde os sentidos, não mais tem valor.)
terça-feira, 8 de outubro de 2013
Sebastian Rupf em: Rücksichtslos e Tröstlich, uma explicação alternativa.
Sebastian Rupf era um garoto comum como todos os outros e a única coisa que o diferenciava era sua percepção do futuro e do agora, onde ele vivia simultaneamente aqui e lá, diga-se de passagem em dois mundos. Um tanto quanto muito pensante sobre as coisas mais banais até as mais extraordinárias, tal hábito foi esse que ocasionou a formação de ansiedade e desespero dentro de si.
Ora pois, se não nessa idade (quinze anos) qual mais seria a do desespero? Onde você percebe que vida não é nada legal e vai ter que largar as coisas que mais gosta para poder ser um mero servo do mundo, afinal nós precisamos de dinheiro.
E a ansiedade? Tremenda por não saber o que virá acontecer - Seb não acreditava em destino - mesmo plantando e regando, talvez simplesmente, a planta não brote. É assustador, não é? Mas mesmo assim ele via a si mesmo no futuro bem sucedido, um pouco rico, com a sua mulher e seu casal de filhos a gozar da felicidade que uma família traz mas também não obstante sua mente também produzira um homem que vagava pelas ruas atrás de trocados tocando e cantando feliz da vida (até mais que a primeira projeção) em busca da sua razão, afinal a gente tende a seguir o que nós achamos que trará felicidade, não é?
E a ansiedade? Tremenda por não saber o que virá acontecer - Seb não acreditava em destino - mesmo plantando e regando, talvez simplesmente, a planta não brote. É assustador, não é? Mas mesmo assim ele via a si mesmo no futuro bem sucedido, um pouco rico, com a sua mulher e seu casal de filhos a gozar da felicidade que uma família traz mas também não obstante sua mente também produzira um homem que vagava pelas ruas atrás de trocados tocando e cantando feliz da vida (até mais que a primeira projeção) em busca da sua razão, afinal a gente tende a seguir o que nós achamos que trará felicidade, não é?
Sebastian então distinguiu e dividiu em dois, o mundo que vivia sendo eles o "Rücksichtslos" e "Tröstlich",
Rücksichtslos como chamava o mundo do agora, do presente, era impiedoso e não permitira falhas e Tröstlich o mundo do depois, o futuro, mesmo algo dando errado ele acreditaria que nesse mundo do depois viria a dar certo. Pensando um pouco ele percebera que assim funcionava grande parte das coisas ao seu redor, Rücksichtslos - o impiedoso - vivia nele no tempo de agora e Tröstlich - o confortante - viveria nele somente no futuro e assim era com todas as pessoas, elas passavam a acreditar que o futuro seria algo confortante.
- Mas como viver no futuro se sempre estou no agora e só dele que vivo? - Indagado refletiu. Concluiu que ele talvez fosse prisioneiro do agora e somente imaginaria, olharia, e sentiria de perto Tröstlich mas não poderia dele usufruir, logo era a vida o que todos descreviam como "o Inferno" e Tröstlich seria "o Céu", ele então achara com a sua razão a sua resposta.
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Algo
Minha mente abstrata,
Tenta reproduzir constantemente,
Algo que não existe,
Algo que não sai da minha mente.
Falhas são as tentativas
De transferir algo para esse mundo,
E de tão grande é a falha,
Que em mim se torna profundo.
Como pode em mim,
Um ser inóspito de almas
Existir algo assim,
Que não se esvai com palmas?
Estranho é pensar que
Por momentos eu sou perfeito,
Estranho é poder,
Provar que sou apenas um defeito.
Tenta reproduzir constantemente,
Algo que não existe,
Algo que não sai da minha mente.
Falhas são as tentativas
De transferir algo para esse mundo,
E de tão grande é a falha,
Que em mim se torna profundo.
Como pode em mim,
Um ser inóspito de almas
Existir algo assim,
Que não se esvai com palmas?
Estranho é pensar que
Por momentos eu sou perfeito,
Estranho é poder,
Provar que sou apenas um defeito.
sábado, 21 de setembro de 2013
O lobo de um homem
Noites em claro,
O que há de errado?
Sigo meu faro,
Permaneço acordado.
Pensamento distante,
Na noite em claro
Um lobo uivante,
Momento raro.
Persegue a mim,
Com sede e fome,
Rasgou com as unhas,
Meu antigo nome.
E só para isso,
Veio atacar,
E por egoísmo,
Me usurpar.
O que há de errado?
Sigo meu faro,
Permaneço acordado.
Pensamento distante,
Na noite em claro
Um lobo uivante,
Momento raro.
Persegue a mim,
Com sede e fome,
Rasgou com as unhas,
Meu antigo nome.
E só para isso,
Veio atacar,
E por egoísmo,
Me usurpar.
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Antônimos paralelos, será?
Imagina o cuidado,
Da menina
Com seu coração
De platina.
Mas imagina,
O descuido do guri
Pegando todas
Por aí.
E veja bem,
Razão, quem tem?
Se o amor,
Não poupa ninguém...
Da menina
Com seu coração
De platina.
Mas imagina,
O descuido do guri
Pegando todas
Por aí.
E veja bem,
Razão, quem tem?
Se o amor,
Não poupa ninguém...
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