Eu gosto é do que atiça
E mantem a chama acesa
Nas cinzas da faísca
Assopra com ar de certeza
Que solta mas vigia o voo
Não interfere a liberdade
Acena com o coração
E volta quando tem vontade.
Consumido pelo mar do desespero e agonia, agora, no fundo do mar era apenas mais uma embarcação vazia.